O tempo não espera por ninguém. Não espera por sermos felizes, não espera por estarmos melhores, ou termos as pessoas certas ao nosso lado. Temos de saber viver com tudo aquilo que nos aparece todos os dias, custe ou não custe. A vida corre, e à s vezes damos por nós a ver passar tudo pela frente dos nossos olhos. A fazer um time-lapse de tudo aquilo que temos e nos faz falta. Faz-me falta o sorriso. Faz - me falta a respiração ofegante depois de uma gargalhada. O abraço quente nos dias frios de inverno e ainda mais quente nos dias quentes e irrespiráveis de verão. Faz-me falta o silêncio partilhado durante horas, com festinhas, e beijinhos e tudo aquilo que eu não gosto. Falta-me a protecção, a humildade,, os valores intrÃnsecos e a história do antigamente que eram partilhadas durante horas numa mesa com pão e queijo roubado da mão que o cortava. Fazem - me falta os olhos verdes, o olhar que me acalmava quando estava num labirinto sem saÃda, e que me fazia ver o arco-Ãris no fim de um dia de chuva.
Não me faz falta a presença, porque eu sinto-a no meio de tanta coisa má e escura.
Mas hoje.. Hoje a respiração ofegante é a minha. Com todo o medo do que pode vir por aà nos próximos tempos. Mas continuas a ser o rasgo de sorte na minha vida. O principal.
O que me ensinou o que é o amor pelo próximo, sem medida. O abraço que sempre tive por garantido e que no final nunca o foi.
A vida faz-nos. As circunstâncias mudam - nos consecutivamente e sem sequer conseguirmos ter opinião sobre isso. Chegam as inseguranças os picos de mau humor, a saudade. Essa sim, vai-nos matando aos poucos. Joga com a nossa mente de uma maneira absurda, em poucos minutos achamos que tudo voltou a ser o que era, e quando damos por nós afinal foi só o cérebro e a saudade a serem cúmplices mais uma vez. Ficam as cicatrizes, o esquecimento da voz que temÃamos acontecer. Ficam as gargalhadas, os arranhões feitos pela barba, a alma gémea que achávamos que nos ia acompanhar até termos idade suficiente pra saber o que é a perda de alguém. Não é fraqueza. É amor, incondicional.
Todo têm a sua maneira de ver a tua ida. Uns choram, outros riem quando se lembram de todas as peripécias. Outros ficam no silêncio, outros riem-se, mas estão desfeitos por dentro. Há quem acredite que és mais um estrela que brilha no céu. Se eu pudesse desejar mais alguma coisa, desejava ter-te mais uma vez para ter o melhor colo que alguma vez conheci. Despedia-me, quando não o fiz quando podia. Dir-te-ia o quanto te amo mais uma vez.
Nunca vou saber carregar o peito a falta que me fazes, mesmo que tenha de viver com isso e fazer-me forte. Eras a melhor pessoa que havia no mundo e agora resta-me a lembrança, foste o meu melhor amigo, eras a parte mais importante da minha vida, e davas sentido a tudo. Acredito que me oiças todos os dias, que me vejas escrever tudo o que sinto, e só peço que isso seja verdade e que estejas descansado sem o sufoco que se apoderou de ti. A tua cadeira, é só minha, o teu lugar não é ocupado por mais ninguém se não por mim, e as tuas gargalhadas ainda são ouvidas no final do corredor onde corri pros teus braços. Ainda nos vejo a gozar com a avó, a dizer parvoÃces, e ainda continuo a menina que levavas pra cama quando fingia que adormecia no sofá. É incondicional e é para sempre este amor que te tenho 💙
Mas hoje.. Hoje a respiração ofegante é a minha. Com todo o medo do que pode vir por aà nos próximos tempos. Mas continuas a ser o rasgo de sorte na minha vida. O principal.
O que me ensinou o que é o amor pelo próximo, sem medida. O abraço que sempre tive por garantido e que no final nunca o foi.
A vida faz-nos. As circunstâncias mudam - nos consecutivamente e sem sequer conseguirmos ter opinião sobre isso. Chegam as inseguranças os picos de mau humor, a saudade. Essa sim, vai-nos matando aos poucos. Joga com a nossa mente de uma maneira absurda, em poucos minutos achamos que tudo voltou a ser o que era, e quando damos por nós afinal foi só o cérebro e a saudade a serem cúmplices mais uma vez. Ficam as cicatrizes, o esquecimento da voz que temÃamos acontecer. Ficam as gargalhadas, os arranhões feitos pela barba, a alma gémea que achávamos que nos ia acompanhar até termos idade suficiente pra saber o que é a perda de alguém. Não é fraqueza. É amor, incondicional.
Todo têm a sua maneira de ver a tua ida. Uns choram, outros riem quando se lembram de todas as peripécias. Outros ficam no silêncio, outros riem-se, mas estão desfeitos por dentro. Há quem acredite que és mais um estrela que brilha no céu. Se eu pudesse desejar mais alguma coisa, desejava ter-te mais uma vez para ter o melhor colo que alguma vez conheci. Despedia-me, quando não o fiz quando podia. Dir-te-ia o quanto te amo mais uma vez.
Nunca vou saber carregar o peito a falta que me fazes, mesmo que tenha de viver com isso e fazer-me forte. Eras a melhor pessoa que havia no mundo e agora resta-me a lembrança, foste o meu melhor amigo, eras a parte mais importante da minha vida, e davas sentido a tudo. Acredito que me oiças todos os dias, que me vejas escrever tudo o que sinto, e só peço que isso seja verdade e que estejas descansado sem o sufoco que se apoderou de ti. A tua cadeira, é só minha, o teu lugar não é ocupado por mais ninguém se não por mim, e as tuas gargalhadas ainda são ouvidas no final do corredor onde corri pros teus braços. Ainda nos vejo a gozar com a avó, a dizer parvoÃces, e ainda continuo a menina que levavas pra cama quando fingia que adormecia no sofá. É incondicional e é para sempre este amor que te tenho 💙
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